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quinta-feira, 24 de junho de 2010

A Volta.




Eu sei, fui uma irresponsável com o Retilíneo, passei um mês sem postar... Eu sei, eu sei. Mas sabe, é que eu estava estressada, as férias não tinham chegado ainda... Eu sinto muito.
Espero que isso não aconteça novamente, mas não posso prometer nada.

Será que um pequeno texto pode compensar?
É de minha autoria, que... eu estou escrevendo agora, neste exato momento.
Pois bem:
Ah, e não é um texto real certo, é só ficção pra animar a vida! [risos]

________

Olhei-me no espelho do banheiro, que devido a minha ausência estava com manchas (provavelmente de pasta de dente), e vi que eu estava com uma boa imagem. Provavelmente, aquele espelho velho nunca havia me visto tão bem. Não só o espelho, como todo o apartamento.

Vasculhei cada canto daquele apartamento que foi meu companheiro de vida, de histórias. O apartamento que já me viu entrar e sair em várias fases, vários momentos. Gorda, magra, mulher normal e mulher fatal. Se tinha alguma coisa nesse mundo que me conhecia de verdade, sem mistérios, mentiras ou a minha parte "politicamente correta", era esse apartamento.

Estava tudo lá, do jeitinho que eu deixei, como se eu tivesse saído somente para um almoço. Fui checar o meu quarto, e na minha cama, estava deitado o homem com quem vivi por vários anos, dormindo como um anjo. O que não era difícil, pois ele realmente era um anjo (muito mais do que eu). "Deve estar muito cedo." - pensei, com meus botões e olhei no relógio de cabeceira -realmente, está muito cedo.

Saí silenciosamente do quarto, para não acordar o anjo -meu anjo-, e fui para a cozinha, tomar um café. O café estava morno, mas dava para tomar. Não reclamei.

Peguei o papel mais próximo (que por acaso era uma conta), escrevi um bilhete e deixei na mesa da sala (aonde eu tinha certeza que ele iria olhar). Nesse bilhete estava escrito (com a minha caligrafia apressada):

Voltei.

________

Gostaram?

Beijos,
Bell.

terça-feira, 16 de março de 2010

Informação bombástica!

O ex-governador do Distrito Federal (Arruda), estava sofrendo com sérios problemas ligados à circulação, além de fortes dores nas costas.

Após uma investigação detalhada, o médico descobriu que a causa era o colchão, que não estava na posição adequada, conforme você pode ver na imagem:



Comentários:
-Tadinho do Arruda, nem para ter um colchão decente...
-Sabe que eu adoraria ter dores nas costas... Por esse mesmo motivo?
- [sobre o colchão] Ô lá em casa heim...

Beijos,
Bell.

P.s.: Como eu recebi por e-mail, e o autor não foi citado, não tenho como colocar os créditos. Mas o texto foi devidamente adaptado por mim para o meu gosto.

sexta-feira, 5 de março de 2010

No metrô.



Escuto cada pessoa fazendo suas confidências particulares aos quatro ventos.
Casa, família, inimigos...
O estranho é que nada disso me interessa.
Eu gosto de ouvir as pessoas conversando sobre política, religião, psicanálise...
Quando essas conversas inconvenientes (aos meus ouvidos) começam, eu fico surda -por opção-.
Fecho os ouvidos com os fones, e escuto alguma música qualquer.
A da vez foi Heaven.


"Heaven, I'm in heaven, and my heart beats so that I can hardly speak..."

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Sem título.



Minhas mãos tremem, meu coração dói.
Eu jurava que seria mais complicado para qualquer outra do que pra mim. Adivinha? Eu estava enganada.
Perdi o rumo, o prumo, me descontrolei.

Disse coisas que realmente não deveria, joguei o seu passado contra você de uma forma que pessoa nenhuma deveria fazer. Logo eu, a senhorita Calma.

Sim, eu dou ataque! Por que o espanto? Porque essa foi a primeira vez que você me viu fora de mim? Na verdade, eu estava mais dentro de mim do que em qualquer outro momento.

Você me ajudava, me inspirava, mas sabe o que mais? Ah não, aqui vou eu, a vomitar palavras e fúria novamente... Mas você sabe como as coisas são... E agora, você sabe como EU sou. Sim, eu sempre fui essa pessoa louca, ávida, transviada, que adora uma discussão e um escândalo. Eu sempre fui uma loba em pele de cordeiro. Sempre.

No fundo da minha alma eu queria ser cega, surda e muda. Fingir que as coisas não me atingem, que eu tenho sangue de barata, que as provocações em mim não surtem efeito. Mas você sabe tanto quanto eu que é exatamente o contrário, quanto mais me provocam, mais ávida eu fico, traiçoeira.

Eu deveria estar te culpando por tudo! Todas as vidas destruídas, todo o vexame... Mas eu prefiro me culpar, sabe por quê? Porque eu quero prosseguir como se você não tivesse passado pela minha vida, como se nada disso tivesse acontecido. Eu quero levar as coisas como se você não fizesse parte da minha vida, como se você não tivesse aparecido no meu caminho e ferrado com tudo.



P.s.: Esse texto não é uma reflexão de nenhuma experiência pessoal, é só que eu comecei a escrever... E saiu isso. uahauhaua

Beijos,
Bell.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A morte do meu ídolo.




Quando eu era criança (lê-se: 7 ou 8 anos), eu tive um trabalho de escola em que tínhamos que falar sobre os nossos ídolos (quem eram e porque nós os admirávamos). Muitos escolheram parentes, super-herois e etc. Mas eu não. Eu falei sobre a Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, e expliquei que ela era o meu ídolo porque salvava a vida de várias crianças ao redor do mundo, e quando eu crescesse eu queria ser tão bondosa e maravilhosa quanto ela.

Assim que me veio a notícia de sua morte, eu fiquei sem ação. Afinal, pra mim, as santas não morrem. Me deu um nó na garganta (que aliás está comigo neste exato momento), e eu chorei. Não aquele choro escandaloso, quase teatral, e sim aquele choro baixinho, sofrido. Mas quando me dei conta de que ela morreu em uma igreja, dando uma palestra para salvar outras vidas, eu pensei: ela se foi com a dignidade que merecia, a de uma santa.

E fnalmente, depois de dez anos, eu pretendo honrar o meu ídolo, fazendo o possível para me tornar uma voluntária da Pastoral da Criança.

Beijos,
Bell.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Provavelmente meu primeiro texto.



Explicação rápida: o "texto" a seguir eu escrevi com 5 anos para o meu pai (na época ele morava em outra cidade), e minha mãe só me entregou hoje (quase 12 anos depois). Enfim, achei realmente bacana mostrá-lo a vocês.

P.s.: Mantive todos os erros de gramática pra ficar com aquele "gosto de infância" auauahua.


Papai,
Não sei porque você não vem logo para cá, se você puder vir você tem que vir a um dia e pouco, se você vier o seu sorriso vai alegrar, o sol vai explodir de alegria e o arco-íris vai aparecer como nunca apareceu antes. Como eu fico pensando em você vir.

BEIJOS
Isabelle.

domingo, 11 de outubro de 2009

Eu sempre quis ter um...


E lá estava ela, mais uma vez, cansada dentro do vagão. Alguém chama a sua atenção. Primeiramente pelas roupas, depois pelos óculos, depois pelo rosto, e depois... pelo cubo mágico.
Obviamente foi a última coisa que ela reparou porque foi a última coisa que ele tirou da mochila. E então ela pensou: "eu sempre quis ter um cubo mágico...". Ficou tentada a perguntar aonde é que se encontra um cubo mágico a venda hoje em dia, mas se segurou... Sempre a disseram que ela fala demais... E que qualquer coisa que você pergunta a um desconhecido ele já acha que é uma cantada... Isso ela sabia um pouco pelos outros e um pouco por experiência própria... Muito estranhos esses garotos de hoje em dia.
E quanto mais ela olhava para o cubo mágico maior era a vontade de comprar seu próprio cubo mágico.
Pois bem, ambos desceram na mesma estação... Subiram a escada juntos, um do lado do outro, sem uma palavra. Percorreram uma parte do caminho juntos, e depois disso foi cada um para o seu lado. Ele com o seu cubo mágico, e ela com a sua curiosidade.

P.s.: A imagem não tem muuito a ver com o post, mas eu achei interessante mostrar a todos uma maneira muito mais simples de resolver um cubo mágico.

domingo, 2 de agosto de 2009

Post para Isa.


P.s.: Leia o post ouvindo a música.




Isa, minha flor de lótus (e mais nova habitante da África do Sul), esse post é pra você (espero que goste):


A nossa história de amizade é um pouco diferente da maioria, porque nós nos conhecemos quando tínhamos menos de 10 anos, depois perdemos o contato completamente e nos "re-conhecemos" cinco anos depois no Ensino Médio. E desde então a amizade se firmou.
A nossa amizade é daquela tipo que passa por obstáculos quase inacreditáveis, e aonde a maioria das amizades se daria por acabada a nossa ressurge, claro, da maneira mais improvável possível.

Eu quero muito que você saiba que a falta que você fará não só na minha vida como na de váárias outras pessoas aqui em Brasília, e que é uma falta simplesmente irreparável. Mas é uma falta que eu particularmente não faço a mínima questão de tentar "sanar", porque você vai fazer falta pelas características que são só suas, e que ninguém nunca terá igual.
Uma amiga minha até me perguntou hoje se eu conseguiria superar a sua falta, e eu respondi que é claro que não, e eu nem quero isso. A falta será irreparável, aliás, toda saudade de alguém que está longe é irreparável, nós só aprendemos a lidar com ela.

Mas parando de falar de coisas tristes, eu quero falar dos momentos inesquecíveis que eu já passei com você, como a primeira vez que eu fui ao Parque Olhos D'água para tirar fotos com alguém, ou quando você me viu de vestido, uma coisa raríssima. Ou das váárias horas que já passamos compartilhandos os nossos problemas, aflições, felicidades, momentos bom e ruins, e tudo mais. Nunca me esquecerei de quando a gente "invadiu" o prédio da comercial só pra tirar fotos, ou das fotos na famosa escada "capa de disco". São tantos momentos (devidamente fotografados auhaua) que eu acho que será uma boa maneira de driblar a saudade: olhar para todas as fotos e me lembrar dos momentos que elas representam, e me lembrar de como é ter você aqui do meu lado.

Beijos de quem te ama infinitamente e sentirá MUITO a sua falta,
Bell.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Lágrimas.

E pela primeira vez em 16 anos eu vi você chorar. Lágrimas que você não derramou nem quando perdeu o seu ente mais querido. Lágrimas que eram por ter me feito sofrer e eu não ter compreendido o seu arrependimento. E eu percebi que era eu quem estava fazendo você sofrer, pelo fato de eu não conseguir esquecer tudo de ruim que aconteceu no passado.

Ver você tão triste me doeu tanto que eu realmente consegui perceber tudo que havia acontecido. Percebi que a culpa não era de ninguém. Percebi que você não fez tudo aquilo de propósito. E pude ver também que não era culpa minha não me esquecer tão fácil do que havia acontecido, eu estava magoada e machucada por dentro, e eram feridas que demoram muito para cicatrizar.

Eu percebi que eu estava guardando mágoas que eu deveria esquecer.
E também percebi que agora toda essa dor e sofrimento se tornarão passado.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Sessão nostalgia.



Eu sei, passei muito tempo sem inspiração pra postar no blog (pelo menos pra mim foi muito tempo), mas hoje a bendita da inspiração finalmente chegou.

Uma amiga minha me mandou uma música das Spice Girls (sim sim, Spice Girls mesmo) e me veio uma sessão nostalgia total (além de uma lembrança de como o meu gosto musical era ruim, mas enfim). Sabe quando você lembra dos tempos em que tudo era mais simples? Em que seis reais eram um baita de um dinheirão (aliás, seis reais compravam qualquer coisa que a gente quisesse! auhaua), em que a coisa mais legal do mundo era subir em árvores com os amigos (que na época chamávamos de amiguinhos) ou brincar de pique-pega, polícia e ladrão, pique-bandeirinha e muito mais. Na época em que as pessoas más simplesmente não existiam para nós, em que a pior dor que a gente poderia sentir era a de ralar o joelho.

Claro que tudo parece mais fácil quando olhado de hoje, porque na época era extremamente difícil. É engraçado como quando a gente cresce, começa a ver como era tudo mais simples, mas que na época foram obstáculos enormes. Se eu gostaria de voltar no tempo e viver tudo de novo? Jamais! As experiências existem para aprendermos com elas, e a partir do momento em que sabemos como resolvê-las com facilidade, elas não nos servem de mais nada. Do que adiantaria ralar o joelho e não se preocupar sabendo que aquela era uma dor pífia? Com certeza se eu voltasse no tempo, as experiências não teriam nem metade do gosto... Como aproveitar plenamente uma brincadeira de criança sabendo que existe todo um mundo de experiências a serem vividas?

O bacana da nostalgia é poder se lembrar de tudo que teve aquele gostinho especial, mas sem querer voltar no tempo, sabendo que as experiências não seriam as mesmas nem de longe. O legal é poder ter o seu momento nostálgico sim, mas sem esquecer do presente e sem se esquecer de aproveitar todo o mundo de experiências que existem hoje. Afinal, o que estamos vivendo agora é o que nos servirá de nostalgia daqui a alguns anos.

Beijos,
Bell.

Foto: Bell com uns 4 anos.
Ouvindo: Spice Girls - Too Much.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Palavras.


Às vezes, não medimos as palavras.
Achamos que elas não irão machucar e adivinha? Elas machucam.
Quando dizem que as feridas deixadas pelas palavras (aquelas que ficam no coração) são muito piores do que as deixadas na pele, é verdade. Porque as da pele vão se curar, por mais dor que elas causem e por mais tempo que demorem. Já as feridas causadas pelas palavras não, elas são internas, muito mais doloridas e mais difíceis de sicatrizar, e às vezes nem cicatrizam.
Você não precisa bater numa pessoa, basta uma palavra. Claro que quanto mais palavras ruins, maior é a dor e a mágoa, isso é fato.
E o pior de tudo é que mesmo com tanta dor que as palavras podem causar quando mal usadas, existem pessoas que as usam da pior maneira possível, só para machucar.
Verdades inventadas usadas como facas pra apunhalar as pessoas e machucá-las por dentro.

Beijos,
Bell.

sábado, 13 de junho de 2009

Mudanças literais.


Sabe aquela necessidade de simplesmente mudar... Literalmente? Mudar de cidade, mudar de ares, de pessoas...

Quando você vê as pessoas a sua volta, e percebe que tudo que elas puderam fazer por você elas já fizeram? Não da maneira negativa, mas da melhor maneira possível. A sensação de que os melhores momentos que você poderia ter com as melhores pessoas já aconteceram.

Eu olho pela janela do meu quarto, e só vejo um lugar que eu não aguento mais... Um lugar do qual eu simplesmente não preciso mais. Um lugar que já me deu todas as experiências que eu poderia querer dele. Um lugar que eu amei quando tinha que amar, que eu odiei quando tinha qe odiar, mas que agora simplesmente não me dá mais sensação nenhuma, um lugar no qual eu não me encaixo mais.

Nessa cidade toda... Eu não me encaixo mais.

Estou com a sensação ao mesmo tempo desesperada, de querer quase uma fuga imediata, mas ao mesmo tempo sei que sentirei saudades de algumas coisas daqui. Mas a saudade que eu sinto é aquela saudade boa, nostálgica, aquela saudade que não doi.

Ao mesmo tempo, meu peito aperta. Sabe aquele peito apertado de quando a gente tá muito tempo longe da nossa cidade? Pois é, o meu aperta ao contrário, aperta porque eu estou há muito tempo na minha cidade. E precido de outra cidade, urgentemente.

Claro que tudo que aconteceu aqui ficará guardado aqui... Sinto como se nem as lembranças daqui me pertençam mais.

Beijos,
Bell.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Mudanças e pessoas.


E ali estava uma pessoa maravilhosa.

Uma pessoa com caráter, com princípios, uma pessoa realmente valiosa e preciosa.
Mas o tempo foi passando e tudo mudou. Pra pior, obviamente.
Todos perguntavam o que ocasionou uma mudança tão radical, mas ninguém tem a resposta. Só você.
Aonde havia admiração, só restou a repulsa.
Aonde havia concordância, só restou o veto.
E eu continuo sempre me perguntando: Aonde foi que tudo começou? Aonde foi que você errou?

P.s.: Assunto sobre o qual eu queria fazer um post há quase um ano, e que só agora eu finalmente encontrei as palavras certas.

Beijos,
Bell.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

3! (parte 2)


Como prometido (ou não) ontem, farei um post sobre o The Sims 3 em si.


Pois bem, começaremos com a criação de um sim. Criar um sim em The Sims 3 consegue ser ainda mais fácil e divertido que no 2. Com opções praticamente inacreditáveis como colocar pintas no rosto, escolher a cor da raiz dos cabelos, colocar brincos etc, ele transforma a criação de um Sim em um entretenimento que pode durar horas (literalmente). E essas opções que eu citei são apenas alguumas das dezenas possíveis. Como os criadores do jogo haviam prometido, você realmente pode criar um sim igual a você ou a alguém que você conhece.

Outra cosia que chama a atenção é quanto a personalidade dos sims. Você pode escolher cinco traços de personalidade dentre as dezenas que são oferecidas (eu sei, também achei pouquíssimo), dá pra ser um cleptomaníaco sem senso de humor, ou um empolgado facilmente impressionável, e por aí vai. Esses traços de personalidade interferem diretamente na vida do seu sim.  No caso da Bell em versão The Sims que eu criei ela é azarada, covarde, cozinheira nata, devoradora de livros e empolgada. Além desses traços principais de personalidade você pode escolher outras coisas como prato favorito, cor favorita, estilo musical etc.

Mais um fato que chama muita atenção nesse The Sims (pelo menos foi o que me fez comprá-lo) é que você tem toda uma vizinhança a explorar. Você pode ir ao parque, fazer aulas de pesca, de culinária, escrita , ir ao cinema, visitar os vizinhos... E muuuito mais. 

Os tutoriais são extremamente simples e fáceis, fazendo com que desde alguém que está tendo sua primeira experiência com The Sims até os que eram viciados em outras versões do jogo (tipo eu) se adapte a essa nova versão facilmente. 

Realmente não deu pra falar nem de vinte por cento do que o jogo tem a oferecer, porque são muuuitas coisas, mas acho que deu pra ajudar um pouco.

E aos que já gostam da "franquia The Sims" que resolverem comprar o 3, eu posso dizer que será um dinheiro muito bem gasto. Ou pelo menos está sendo para mim. 

Lugares aonde você pode encontrar venda online da edição tradicional e de colecionador: livraria Savaiva; Wal Mart; Datishop e Submarino.

Ah sim, e respondendo as perguntas: 
Edição Tradicional: R$ 99,90.
Edição de Colecionador: 139,90.
Se você achar um preço mais caro que isso, vá a outra loja porque o preço tá errado, e caso ache mais barato, aproveita que é desconto. E se achar muuito mais barato que isso, em uma loja que não é muito "confiável" (se é que vocês me entendem), então não compre.

Beijos,
Bell.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Começo do fim.


"Ele está tão frio..." Era tudo que eu conseguia pensar. Ou talvez eu estivesse esperando uma recepção mais calorosa... Mas depois do diálogo que se seguiu aos meus pensamentos pude ter certeza da resposta:


"-Você sentiu a minha falta?
-Não, e você?
-Também não..."

Nós dois estávamos frios, e era isso que me machucava por dentro. Acho que é assim que terminam muitos relacionamentos... Mas não posso dizer que meu coração sairá inteiro de tudo isso. 

Beijos,
Bell.

P.s.: Texto completamente fictício.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Coração.


E mais uma vez, meu coração pulsa desesperado dentro do meu peito.

Pensei que nunca mais me sentiria assim por um motivo tão simples. 
Meu coração está acelerado simplesmente pela emoção de estar viva.

P.s.: Foto: eu e Dri. 
Tirada por: Tripé da Bell.
No dia: 20/11/2008

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Responsabilidade.




Hoje, encontrei com uma amiga muito querida minha, depois de muito tempo sem nos vermos. E durante nossa conversa, ela me disse uma coisa muito valiosa, e que eu espero que seja valiosa para vocês também, tanto quanto está sendo para mim:

"Sempre que alguém te disser que você está sendo completamente irresponsável, pergunte uma coisa a essa pessoa: - Quantos anos você tem?Ela provavelmente responderá que tem 30, 40, etc. E aí você faz uma observação: -Hoje, você pode achar que eu sou um(a) completo(a) irresponsável, e eu até posso ser na sua visão, mas assim que eu tiver a sua idade, eu terei exatamente a mesma responsabilidade que você tem."

Porque a responsabilidade não vem de uma hora para outra, temos que crescer pra depois amadurecer.

Beijos,
Bell.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Encalhada?!


Estava pensando sobre esse termo hoje, e o acho completamente... Indefinido.


Afinal, quais são os pré-requisitos necessários para que uma mulher seja encaixada na categoria "encalhada"? 

Bom, em primeiro lugar, todos dizem que ela precisa estar solteira há muito tempo (tempo esse que também não tem definição certa). Mas e se ela estiver solteira há muito tempo por opção? Ela continua sendo encalhada? Ou entraria em uma sub-categoria de "mais ou menos encalhada"? Ou seria mais apropriado "encalhada por opção"? Ou ela não é encalhada? 

Outro caso é: uma mulher que está solteira por opção, mas ao mesmo tempo assim que encontrar alguém decente (na visão dela), engata um relacionamento na hora. Ela é o que? Uma "mais ou menos encalhada por opção e falta de opção"? Quem sabe um "quase encalhada, mas quando encontrar um 'desencalhador' ideal irá desencalhar"... 

Bom, melhor parar com todos esses termos... Aliás, gostaria de saber quem inventou o termo "encalhada", o que mais confunde e desola as mulheres.

Beijos,
Bell.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Dando um tempo.


Ao contrário do que a maioria das pessoas faz, darei um tempo a mim mesma. Vou demorar mais para postar, me preocupar menos, me curtir mais, aproveitar mais cada segundo. 


Esse tempo será para que eu possa arrumar a minha mente, meu corpo, minha alma. Vou parar e pensar mais sobre a minha vida, vou ler os livros que estão pendentes, ver os DVD's que por algum motivo qualquer não vi. Vou viver tudo que ainda não vivi.

Não vou abandonar o Retilíneo, nem deixarei de responder aos comentários, mas já adianto: pode demorar muito.

Beijos (e desde já agradeço a apaciência),
Bell.

domingo, 10 de maio de 2009

Mãe.


Milk shake do Bob's...

Nesse dia tão especial, eu gostaria de fazer uma coisa especial: um post para a minha mãe. 


Mãe, é incrível como uma palavra tão pequena possa ter um significado tão gigante. 

Mãe pra mim no começo significa dormir pouco, acordar de madrugada, dar mamadeira, colocar pra arrotar, trocar fralda e é claro, dar muito amor. Aí depois mãe tem um significado um pouco diferente: contar histórias, responder a milhares de perguntas sem perder a paciência, saber de tudo um pouco e receber desenhos basicamente abstratos os achando lindos. Depois, ser mãe é uma palavra com um significado um pouco mais complicado, porque envolve ser paciente para poder explicar milhares de mudanças que acontecem no corpo e na mente e brigar, brigar muuito. Mas não brigar no sentido de "cair na porrada" e sim de: "minha filha, se você não fizer isso, você vai ficar de castigo!" ou" Minha filha, se você fizer isso aí sim você terá um castigo!" Nessa fase ser mãe é também aconselhar, conversar, explicar várias outras coisas que tinham ficado pendentes, mas que agora têm uma importância maior. Compreender, e de novo, amar muito. Aliás, o amor está em todos os significados da palavra mãe.

Mãe é aquela que fica triste quando você está triste e mesmo assim tenta te animar o tempo todo. Ser mãe é ser um milhão de mulheres em uma só. É a mulher que pode estar cheia de problemas e com uma vida completamente atribulada, mas sempre terá um tempinho de ouro pra ouvir você.

Mãe é uma super-heroína fantasiada de mulher normal. É aquela que reconhece os seus sentimentos pelo seu choro, é aquela que sabe se você está com febre pelo seu jeito de falar.

Mãe, você passou os melhores momentos da minha vida ao meu lado, e os piores também. Muitas vezes, você teve atitudes que eu não concordei, claro, e até hoje tem coisas que eu não concordo. Muitas vezes você errou, e por algumas foi até injusta, mas quem não é? Por mais que as mães sejam as mulheres mais lindas, maravilhosas e poderosas do mundo, elas erram de vez em quando também. 

Você estava comigo nos meus primeiros passos, você me ajudou a me reerguer cada vez que eu caí. Você me deu conselhos que muitas vezes eu não ouvi, e acabei me ferrando. Mas é se ferrando que a gente aprende mesmo.

Aliás, mãe tem uma mania de nunca querer nos ver sofrer, nunca. Mas às vezes, o sofrimento é necessário, é ele que nos faz amadurecer. Mas mesmo sabendo disso, elas continuam superprotetoras, afinal, elas não são de ferro. Melhor, elas são de ouro cravejado de diamantes. São mães.

Algumas vezes mãe, você pode até pensar que eu sou uma mal agradecida, ou que não te dou o devido valor, mas saiba que você é a pessoa que eu mais amo e valorizo no mundo. Porque eu sei que você nunca irá me abandonar, por mais que eu errar. Porque eu sei que muitas vezes você se sacrificou por mim, você deixou de fazer milhares de coisas pra você pra fazer por mim. E mesmo assim eu sei que você fez naturalmente, e não se arrepende disso.

Pra mim mãe, você é a pessoa mais valiosa e mais maravilhosa desse mundo, porque eu sei que como você nunca existirá mais ninguém em lugar nenhum, você é única, você é especial. 

E quando eu te falo que você é o ovo da minha marmita eu não estou brincando. Você me completa, e eu te amo.

Foi de você que eu herdei coisas maravilhosas como o meu senso de justiça, a minha vontade de fazer sempre o meu melhor a qualquer custo, foi de você que eu herdei o amor ao próximo, a compreensão, a ajuda as pessoas. Foi de você que eu herdei a minha honestidade, o meu coração mais derretido que manteiga para algumas coisas e grandes partes do meu caráter das quais eu realmente me orgulho.

De você eu também herdei o fato de ser muito cabeça dura e turrona, de querer as coisas sempre do meu jeito, mas mesmo assim, nem são defeitos tão graves vai? rs

Foi com você que eu aprendi a ser quem eu sou. Foi com você que eu aprendi a ter valores morais e a ser uma pessoa ética. Foi com você que eu aprendi a amar. O amor mais lindo e mais puro do mundo, o amor mãe e filha.

Eu sei que você deve estar chorando agora (ô novidade rs), mas mesmo assim, sei que são lágrimas boas. Acho que nesse post eu finalmente estou podendo dizer a você tudo o que ficou quardado em mim durante tantos anos. A maioria dessas coisas você provavelmente sabia que eu achava, mas eram palavras não ditas. E eu realmente quero que você saiba de tudo isso porque você é a pessoa mais importante pra mim no mundo todo. 

Agora são todas palavras ditas, e espero que você nunca se esqueça que eu amo você.

Muito obrigada por ser essa mãe maravilhosa pra mim, uma mãe que é simplesmente "o meu número". 

E um feliz, lindo e maravilhoso dia das mães pra você porque você merece.

Beijos da pessoa que mais te ama no mundo,
Sua filha (dããã rs),
Isabelle Bastos.

E pra todas as mães lindas e maravilhosas desse mundo, um FELIZ DIA DAS MÃES! E pra todos os filhos: curtam muito as mães lindas e maravilhosas de vocês, porque elas valem ouro.

Beijos,
Bell.