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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

E se fosse verdade?




E se os filmes fossem uma reflexão da realidade ao invés de uma ilusão?
Quando o mocinho esbarrasse na mocinha, ele só pediria desculpas e os dois seguiriam pelos seus caminhos, provavelmente nunca se encontrando de novo.

O mocinho não ligaria no dia seguinte, ao invés de surpreendê-la com flores e mais um beijo apaixonado. E não sairia de um país para ver a "mulher especial" que ele conheceu durante as férias.

Mas então por que mesmo sabendo que os roteiros dos filmes só têm clichês impossíveis, ainda gostamos deles? Porque sabemos que se a realidade fosse retratada nos filmes, detestaríamos, porque a vida real não tem tanta graça e clichês quanto os filmes. E é legal ter a esperança de que o universo também irá conspirar para que tenhamos a vida que sempre sonhamos em menos de duas horas.

Beijos,
Bell

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Trecho.




"Lise: É horrível ficar ao seu lado assim, sem poder te abraçar.
Jerry: Sempre estará ao meu lado, Lise.
Lise: Talvez não para sempre. Paris faz com que as pessoas esqueçam.
Jerry: Paris? Não, não esta cidade. É tão real e tão linda. Nunca deixa que esqueçamos algo."

Diálogo entre Lise (Leslie Caron) e Jerry (o meu amado e idolatrado Gene Kelly), no filme Sinfonia de Paris, que teve sua estréia no Brasil em 1952.

Dica de vida? Assistam a esse filme, é incrível (assim como qualquer coisa que envolva o Gene Kelly [suspiro]).

Beijos,
Bell.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Crítica do filme interativo A Gruta.

Mesmo sofrendo do clássico B.O. (baixo orçamento), é um dos mais tensos e legais que eu já vi, porque além de filme, é também um jogo.


Deixe-me explicar: a história se desenvolve de acordo com as suas escolhas, se o personagem se ferrar a culpa é sua! Desde o começo você escolhe com qual personagem vai "jogar", e a partir daí, o negócio é contigo.

Mesmo tendo muitos clichês e com um roteiro que não é O roteiro (fato compreensível, pois ele deve ter sido feito e refeito trilhões de vezes), os prós superam os contras, sem dúvida.

Pra você ter idéia de como a interação é crucial, ele pode durar de 5, até 40 minutos, além de ter 11 finais possíveis.

E para quem é de Brasília, sexta-feira dia 30/04, às 20h no SESC do setor comercial sul vai rolar exibição interativa de A GRUTA.

Imagina assistir a esse filme em uma sala de cinema, aonde a escolha da maioria é que será decisiva? GE-NI-AL!

O filme foi exibido pela primeira vez aqui no Festival de Cinema de Brasília, em 2008 e a problemática aqui NÃO VIU! Mas, como nem tudo está perdido, dia 30 eu faço QUES-TÃO de assistir e contar aqui como foi.

Ah sim, a ficha técnica no filme:

Elenco: Carlos Henrique, Poliana Pieratti, André Deca e Dadinho, o porquinho ator.
Direção e Roteiro: Filipe Gontijo.
Produção: Tamara Rabka.
Co-produção e fotografia: Érico Cazarré.

E como eu sou uma boa pessoa, já os deixo com a primeira parte do filme jogo, pra diversão poder começar!



Beijos,
Bell.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Coisas que se aprende assistindo o filme Distrito 9.





Já vou avisando para as pessoas que sofrem de estômago sensível: esse post pode ter spoilers. Na minha opinião não tem nada que possa interferir (lê-se: acabar com a surpresa do enredo) na hora de ver o filme maas, esse aviso é exatamente para pessoas sensíveis.


Sobre os aliens:
Eles são muito leais;
Parecem uns grilos (?);
São hiper inteligentes;
Tem umas armas muuito legais ("mata todo muuundo" auhauaua)
São bonzinhos (tirando quando precisam se defender);
Só querem voltar pra casa;
São viciados em comida para gato.

Sobre os humanos:
São superficiais;
Extremamente malvados;
Eu diria até muito maquiavélicos;
Adoram bater em alienígenas bonzinhos;
Podem adquirir braço alienígena se infectados ("crianças, não tentem isso em casa");
Têm sede de poder;
Não são viciados em comida de gato.


Coisas mais legais do filme:
A nave alienígena não pousa em Nova Iorque, nem em Chicago e nem na Casa Branca! UAU
É um filme surpreendente do começo ao fim;
Mesmo com o começo sendo meio chato-como-isso-me-dá-sono, o filme vai ficando muito legal e prendendo a atenção naturalmente;
Os alienígenas montam uma favela em Joanesburgo. Isso aí cara, uma favela alienígena! UAAU (com direito a tráfico de comida de gato e tudo mais);
Os alienígenas (PASME) NÃO FALAM INGLÊS!!!! É sério. Eles não fizeram supletivo de inglês no caminho pra Terra!!!!! Juro pra você. Eles falam uma língua muito estranha mas que os humanos entendem (sabe-se lá como). E também entendem inglês (eu sei que isso te deixou desapontado(a) ).
As armas extraterrestes só podem ser usadas por eles (uma paradinha lá com o DNA). e são beeem legais.
Os seres humanos atacados por armas alienígenas não sangram, EXPLODEM!!!! (LEGAAAL!)
Para as pessoas que detestam cenas de tortura, violência muuito forte, como eu, relaxa que nesse filme você não terá que "tapar o olho" em nenhum momento (por mais que a cena aparente ser de extrema violência, não tem nada explícito -a não ser muuuitas pessoas explodindo, mas isso é LEGAAAL! Vai por mim.-).
As pessoas explodem de um jeito muuito legal.

Coisas ruins do filme:
Tirando as cenas de tortura aos aliens e o começo que é relativamente entediante, mas nada que prejudique o filme, que é ótimo.

Nota final (de 0 a 10): 8,5.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Divã.


Hoje assisti ao filme Divã no cinema e tenho que dizer: é MA-RA.

Em uma frase? Um filme delicioso.

O filme conta a história de Mercedes (Lilia Cabral), uma mulher que perante um casamento de vinte anos que não a faz completamente feliz, vai a um psicanalista. A história tem um humor que nunca te deixa "dormir", mas que ao mesmo tempo não é ridículo. Mas também tem momentos tristes, que realmente te fazem chorar, sem ficarem dramalhão. Ou seja, é um filme completo e que tem de tudo aparece na medida certa.

Uma nota de 0 a 10? 20 (não consigo dar menos que isso).

Uma dica? Assista.

Uma pergunta: Que raios uma mulher que tem um caso com o Gianecchini e que quando termina o caso (e o casamento) começa a namorar com o Cauã Reymond está fazendo no psicanalista? auhaua Tá, parei.

Beijos a todos,
Bell.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Sobre cinema 3D digital.



Gente, ontem fui assistir com o meu primo o filme Monstros vs. Alienígenas. Até aí nada demais. O diferencial é que assisti o filme numa sala de 3D digital. A sala é um pouco diferente, mas dá pra passar filme normal também (filme que não seja 3D digital). A tela é um pouquinho prateada (bem pouquinho), o lugar daonde a imagem é projetada (sabe aquele quadradinho no final da sala lá no alto?) têm duas "janelinhas", e é claro, o óculos (foto), que é completamente diferente daqueles óculos de papel com um olho azul e outro vermelho que a gente usava e dava a maior dor de cabeça. Aliás, esse óculos de plástico é muito mais incômodo, o que eu achei o único ponto realmente chato do cinema digital em 3D.

Assim que começam os trailers, percebe-se que é completamente diferente de tudo o que você já viu. Ao contrário daquele 3D do "olho vermelho-azul", o digital realmente tem três dimensões. Tem profundidade, e é completamente real. Por exemplo, se aparece uma imagem com uma mulher na frente, com árvores logo atrás dela e uma paisagem ao fundo, você consegue sentir perfeitamente que a mulher está na frente, as árvores logo atrás dela e a paisagem ao fundo.

Definir cinema 3D digital em uma palavra? Mágico.
Em duas? Magicamente real.
A realidade é tão grande, que mesmo sabendo que não é real, se alguma coisa vier voando na sua direção, você desvia.

Então, se na sua cidade já tem cinema 3D digital, assista. E se na sua cidade não tem, vá em outra cidade que tenha e assista. uahauah

Uma vez que você assistir, tenho certeza que vai adorar. Eu mesma, vou assistir até o filme dos Jonas Brothers só porque é 3D digital. auhauhau E o pior é que é sério.