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sexta-feira, 16 de maio de 2008

Qual o valor de uma vida?





Depois de ouvir a alguns dias a notícia de uma pessoa que foi morta por causa de uma dívida de cigarros, além da menina que foi jogada do sexto andar do pelo próprio pai por causa de ciúmes, eu parei e comecei a analisar quanto vale uma vida nos dias de hoje.

E sabe qual foi a triste conclusão a que eu cheguei? Que infelizmente, hoje em dia, a vida vale muito pouco, isso porque eu prefiro usar um eufemismo do que a palavra nada.

E a pior notícia vem agora: a tendência é piorar, e muito...

Antigamente, bem antigamente mesmo, a vida era considerada como um valor supremo, pelo menos por algumas pessoas, mas de uns tempos pra cá (serei mais específica, de Hitler pra cá), a vida está cada vez manos valiosa, cada vez menos importante, e para as pessoas, o homicídio está cada vez mais cotidiano, cada vez mais normal.

É uma realidade dura, mas é a realidade.

Você já se perguntou quantas vezes pessoas não são assassinadas por motivos ridículos todos os dias? Não que exista um motivo realmente bom para se matar um ser humano mas enfim...

E eu não estou falando de motivos como legítima defesa não! Estou falando de motivos como: um pacote de biscoitos que foi roubado, uma dívida de cigarros ou ciúmes.

Por isso é importante começarmos a amadurecer as nossas idéias a respeito do valor de uma vida, para que num futuro bem próximo, não sejamos nós os próximos Hitlers.


(Texto de Isabelle Bastos)

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Especial


Esse post eu estou fazendo especiamlente pra uma pessoa que eu gosto muito, e que é muito importante pra mim.
Menina
Menina danada
Moleca levada
Se acha um nada
Mas vale mais que tudo
Menina importante
Que já chega falante
Conquista num instante
Com um sorriso cativante
Menina bonita
Que sabe o que quer
Menina esperta
Que consegue o que quer
Menina frágil
Que ainda não conhece os reais problemas da vida
Menina simplória
Que mal conhece os problemas da vida
Diz que não aguenta mais
Diz que não consegue mais
Diz que não tem mais forças
Para seu modo de vida suportar
Eu te digo para ter forças
E paciência
Que cedo ou tarde chega
E mostra
Que a menina de ontem
Não é mais menina
Já é uma mulher
Uma grande mulher

(Poema de Isabelle Bastos)

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Como numa valsa...




Como numa valsa
Minha vida segue uma dança
Como numa valsa errante
Com passos vacilantes
E sem cuidado com o casal que dança adiante
Como numa valsa
Onde nenhum dos dois sabe valsar
Alguém aí quer um novo par?
Como numa bela valsa
Minha vida segue bela
Dançando sem em nenhum momento parar
Sem parar pra descansar
Nem parar para ensaiar
Minha vida é como um concurso de valsa
Onde por mais que erremos
Os erros não são admitidos
E quando erramos
Nossa pontuação final cai
E perdemos o primeiro lugar
Minha vida é como uma valsa
Com um casal mal ensaiado
E um ritmo bem marcado
Um, dois, três
Um, dois, três
Nunca dance de uma vez
Espere chegar a sua vez
Nunca dance rápido demais
Espere até o três se for capaz
Um, dois, três
Um, dois, três
E a valsa irá continuarMesmo se o holofote em algum momento apagar
(Poema de Isabelle Bastos)

terça-feira, 13 de maio de 2008

Saudade...


Palavra forte
E que só o brasileiro sente
Palavra forte
E que só pra nós se faz presente

Saudade é maior que solidão
Pois solidão é não ter ninguém
E saudade, é ter alguém que você ama muito longe de ti

Saudade é um sentimento muito bem delimitado
Todos os seus sintomas são bem conhecidos
Quando estamos com saudade, já identificamos de pronto

Ao contrário dos outros sentimentos, a saudade é assim:
Você sente e ao mesmo tempo não sente
Ela é doida, e ao mesmo tempo tranqüila
Ela te corrói, e ao mesmo tempo te constrói
A saudade é um paradoxo ambulante
(Poema de Isabelle Bastos)

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Post de quinta.



Como amanhã eu não poderei postar nada, hoje vocês terão dois posts para compensar o post de amanhã (quinta-feira, 8 de Maio de 2008).

Bom, quero fazer um poeminha...



Lado
Queria sempre estar ao seu lado, lado a lado
Queria sempre estar com você
Queria eu ter o poder do tempo parar
E ir até você te buscar
Quisera eu poder viver com você
Bem pertinho, lado a lado
Quisera eu conhecer todos os seus lados
Todos os seus traços
Como a palma da minha mão
Quisera eu ter em você minha alma
Ter em você um pouco mais de mim
Para que nunca me esqueça do que você significa pra mim
Quisera eu também ter um pouco mais da sua alma em mim
Só assim pra acabar com essa saudade
Com essa vontade
De ficar o tempo todo com você
Bem assim lado a lado
Você pra mim é importante
Bem mais do que você pensa
Você pra mim é muito
Bem mais do que você pensa
Não se subestime nunca
Achando que pra mim você não vale nada
Porque o que eu mais quero é ter você
Do meu lado
Lado a lado


P.s.: Bom, só poderei responder os recados a partir de sexta-feira, que é quando eu terei acesso a internet. Então, se eu demorar um pouco a responder, aí está o motivo. Beijos em todos e até sexta-feira. :D
(Poema de Isabelle Bastos)

Tecnologia...


Você já imaginou a sua vida sem ela?
Eu sei que a princípio parece fácil mas tente ver a tecnologia como um todo, e não somente como televisão e computador...

Você já imaginou a sua vida sem uma geladeira para conservar seus alimentos e sem um fogão para aquecê-los? Sim, porque fogão e geladeira também fazem parte da tão conhecida tecnologia. Mesmo que estes não sejam exemplos de uma tecnologia muito avançada.

A tecnologia, é muito mais do que pensamos que ela seja. Na verdade, eu acredito que a tecnologia seja muito mais do que todos pensam.

Hoje de manhã durante a aula, eu estava falando sobre isso com meus amigos, e falei que até os remédios que tomamos são uma parte da tecnologia. Eles nem me deixam explicar o fundamento da minha idéia e já me cortaram direto, mudando de assunto.

Mas até os remédios são tecologia sim! E sabe por que? Porque afinal, para que aqueles remédios fossem desenvolvidos com toda aquela eficiência, o que é preciso? Tecnologia! O que embala os remédios, o que faz os remédios em escala industrial? Pessoas? Não! Máquinas! Mais tecnologia!

A tecnologia, está muito mais infiltrada nas nossas vidas do que pensamos. A casa onde você mora é fruto da tecnologia, a comida que você come precisou de muita tecnologia para ficar com o gosto que tem hoje e com a durabilidade que tem hoje.

E finalmente, os exemplos mais conhecidos de tecnologia: Computador e internet. Você já imagibou a sua vida sem o seu amado e querido computador? Você já se imaginou sem o meio mais fácil e rápido de ligar você ao resto do mundo que é a internet? Pergunta: Como você estaria lendo este blog agora sem a internet e o computador? Como eu estaria escrevendo este texto e o postando sem a internet e o meu computador? Seria possível? Possível até seria, mas não seria rápido e nem fácil como é agora, pra chegar um post meu a sua casa, demoraria no mínimo quatro dias úteis, que é em média o tempo que uma carta convencional demora para chegar pelo correio.

E você, já imaginou a sua vida sem tecnologia? Discorda de alguma coisa desse post? Discorda de alguma coisa dos posts anteriores? Concorda com alguma coisa desse post? Concorda com alguma coisa dos posts anteriosres? Se expresse, elogie, critique, comente. Deixa a sua opinião por comentário.
(Texto de Isabelle Bastos)

sexta-feira, 2 de maio de 2008

E se o seu filho(a) fosse...


Homossexual? Você já parou pra pensar nisso?

É, a maioria das pessoas não, mas deveria. A homossexualidade deveria deixar de ser esse Tabu e ser mais discutida. Uma amiga minha é homossexual, e o maior dilema da vida dela é contar para os pais.

A mãe diz que os homossexuais são inferiores, que vão todos pro inferno, e que se uma filha dela fosse homossexual, ela matava. O pai, nem fala nada... Com pais desses, eu até imagino o porque de até hoje ela não querer falar para os pais a sua opção sexual...

Um dia desses, estávamos eu, meu amigo e um amigo do meu amigo andando, quando ele foi e falou sobre a minha amiga que é homossexual:

Ele (falando com o amigo):
-Ce sabe quem é homossexual? Aquela menina a Fulaninha (ele cita o nome dela).
-Caraca! Eu nunca diria que ela é lésbica cara!
-Meu irmão, esse mundo ta perdido...

Eu prefiri ficar calada pra não dar um murro na cara dele.

Pelo amor de Deus! Que raios garante a ele que os filhos dele não serão homossexuais? Aí, com certeza, se eu comentasse isso com ele, ele diria: Claro que não! Filho meu nunca vai ser homossexual! Que ser homossexual não é de Deus, e etc, etc, etc... (muitas outras bobagens)

Acho que agora dá pra entender porque a minha amiga não quer revelar a sua opção sexual pros pais né?

E assim, esse meu amigo, é evangélico fervoroso, daqueles que até troca o aniversário da namorada por um encontro da igreja. Então, pra ele, tudo que a bíblia fala é completo e absoluto. Logo, ser homossexual é um pecado, os homossexuais vão todos pro inferno, que se Deus quisesse homossexuais ele não teria feito o homem e a mulher, ele teria feito dois homens e duas mulheres, e etc...

Cara, sinceramente, por que ele não vai se preocupar com a própria vida ao invés de julgar os outros???

Já que ele sempre fala tanto de Deus, então tá: a única pessoa que tem a capacidade de julgar os outros é Deus pô! Ele a julgando, coloca a própria fé na sua igreja em xeque.

Pra mim tem que ser assim: não concorda com o homossexualismo? Ótimo, mas vai seguir a sua vida, sem julgar a vida dos outros!
Porque pelo que eu saiba, direito de julgar outra pessoa, nessa terra, niguém tem!

As pessoas não devem se sentir superiores por serem heterossexuais! Pelo amor de Deus! Ser homossexual não é uma doença! Os homossexuais não devem carregar isso como um fardo! Isso é preconceito! Do que adianta você lutar contra o preconceito num geral se você mesmo o comete?!
Pense nos seus filhos! Eles podem ser homossexuais sim! Quer você queira, quer não queira, porque a opção sexual dos filhos quem escolhe não são os pais!

Não deixe com que o seu filho nasça carregando um fardo, não faça com que a vida dele se transforme em um fardo.

E aí fica a pergunta: E se o seu filho nascesse homossexual? O que você faria?
Deixe a sua opinião nos comentários.
(Texto de Isabelle Bastos)

terça-feira, 29 de abril de 2008

Tolerância pra que te quero...



Hoje, eu e minha amiga estávamos falando a respeito de pessoas superficiais, e a conversa acabou rumando para os “famosos” de Brasília, especificando: famosos jovens de Brasília, pessoas que só os jovens reconhecem...

Acho que deu pra entender bem de quais pessoas eu estou falando né?

E aí, ela foi e me falou, que essas pessoas simplesmente fazem vídeos pra falar mal dos outros! É assim: eles fazem o vídeo, colocam no You Tube, e depois de mais ou menos um mês, eles excluem o vídeo.

No último vídeo que ela viu, eles estavam falando mal de uma menina dizendo que ela devia era voltar pra senzala e coisa muito piores. E isso simplesmente pelo fato de ela ser negra.

Agora eu te pergunto: Você acha isso certo? Se você me perguntar eu responderei: Não, eu não acho isso nem um pouco certo.

O problema dessas pessoas é que só por elas serem “famosas”, elas se acham superiores as outras, o que não é certo! Elas se acham no direito de serem preconceituosas, de serem mesquinhas, fúteis e superficiais. Direito esse que elas não têm! Não tem e nunca tiveram!

Por que elas gostam tanto de se preocupar com a vida alheia e não olham para a própria vida!

Acho que é por isso que o nosso mundo está do jeito que está: pérfido, frio, superficial e intolerante. Em pleno século XXI, eu realmente não esperava que ainda acontecessem coisas do tipo...

E aí você me pergunta: E como eu mudo essa situação? A resposta é simples: Pare de “dar trela” pra essas pessoas superficiais! Afinal, se elas são superficiais, isso quer dizer, que antes de tudo, elas se importam com o que você pensa delas. Então, se você não apoiar uma atitude preconceituosa que elas tenham, elas vão parar de ter essa atitude.

Simples assim.

Preconceito Augusta Schimidt


Sabe por que eu te olho assim?Porque voce e diferente de mim

Na verdade...Voce nao pode andar

Mas voce pode pensar

E eu nao posso perder meu tempo

Preciso correr e se te esperar Voce vai me atrapalhar

Prostituta eu sei que e Por isso nao se aproxime Quero voce bem longe

Voce faz parte do mundo do crime Voce nao e normal

E eu nem sei, pra dizer a verdade O que e Sindrome de Down

Sera mesmo que nao me fara mal?

Sua aparencia e estranhanha e nao quero que fique perto de mim

Sua cor me incomoda simVoce e um negro Diferente de mim

Nao posso me misturar O que os outros vao pensar?

Fique bem longe de mim nao posso me arriscar

Sabe-se la o que fez Para o HIV contrair

Muito bem, voce acertou

Eu sou o Preconceito sim

Entro nas pessoas diferentes so pra ver o que elas sentem...


(Texto de Isabelle Bastos e poema de Augusta Schimidt)

domingo, 27 de abril de 2008

Onde foi que eu errei?


Hoje, eu tive que lidar com uma coisa muito maior do que eu, uma coisa muito maior do que você, uma coisa muito maior que todo mundo: tive que lidar com um atentado a vida.

Uma amiga minha simplesmente apareceu com o pulso cortado dizendo que tentou se matar.
Falando assim, parece simples, mas não é. E isso me fez pensar sobre uma questão que eu nunca pensei antes na minha vida: afinal, o que é o amor à vida?

Pra mim, a minha visão de amor à vida sempre foi uma coisa bem simples, fácil e de rápido entendimento: nunca, sob hipótese alguma, tentar me matar. Mas a minha opinião foi posta em xeque.
Será que o amor à vida é isso mesmo?

Depois de ter me falado a história, ela me explicou melhor como tudo aconteceu. Ela estava lá, sem fazer nada e talz, quando de repente, um “amigo” dela foi e soltou a frase: eu duvido que você tenha coragem de cortar os pulsos.

Maldita frase...
Ela foi, mostrou o pulso pra ele e falou: corta.
E o resto você já deve imaginar.

Na hora que eu soube (dia seguinte), eu quase dei uma surra nela. E depois quase “morri de chorar”. Foi a primeira vez em que eu me vi confrontada com o meu maior medo, o meu maior receio, e o meu maior temor: a morte de alguém próximo de mim, a morte de alguém que eu amo.

E pensei também: como o que pra mim é tão importante e incondicional pode ser tão desprezível pra outra pessoa?

Mas essa é só a ponta do iceberg.
Por traz de um suicida em potencial, existe a família de um suicida em potencial, a sociedade de um suicida em potencial e a cultura de um suicida em potencial.

E é agora que eu entro nessa história...
Porque a sociedade em que ela vive, é a minha sociedade!

A sociedade em que ela vive também sou eu! Eu faço parte dessa sociedade! Eu faço parte disso.
E depois disso, eu passei a pensar: quantos outros suicidas em potencial eu tenho na minha sociedade?

No Brasil como um todo, o suicídio não é conversado, não é pauta de debates, não é discussão entre as pessoas, não é discutido sobre isso, as pessoas não SABEM sobre suicídio e o que ele gera em uma família.

Resumo: o suicídio no Brasil é negligenciado. Na verdade mesmo, as pessoas evitam falar de suicídio, seja por motivos religiosos ou culturais mesmo (a maioria).

E depois que eu parei pra pensar nisso, eu olhei o lado dela, e me arrependi puramente de tê-la xingado até a alma, de tê-la mandado pra todos os lugares possíveis e imaginários e mais um pouco...

Eu devia ter olhado o lado dela...
Afinal, se ela realmente não tivesse motivos pra se matar, iria chamar o ”amigo” dela de louco e jamais aceitaria isso. Ou seja, boa é que a vida dele não está.
Está mais do que na hora de revermos os nossos conceitos, de começarmos a realmente falar sobre o suicídio mais abertamente.

A chave para acabarmos com os suicídios (tá, sejamos realistas, para diminuirmos os suicídios), é a aceitação da existência do problema por toda a sociedade, pra depois vir o combate.
E qual seria o combate? O esclarecimento, os debates, as conversas sobre o assunto.
Afinal, eu não quero ter amigas minhas morrendo por cortar os pulsos. E você?

(Texto de Isabelle Bastos)

Bom, antes de tudo, o começo...


Pra mim, as coisas devem ter um começo.

É importante também que eu começe com a minha apresentação...

Eu sou a Bell, eu não bebo há dois dias... Não fumo há três... Calma, tô brincando.
Acho mais fácil me conhecer de uma maneira mais, digamos diferente...
Vou tentar...

-Meu maior vício de todos os tempos é com certeza tic-tac de cereja (os outros são só pseudovícios)
-Amo estourar plástico bolha;
-Detesto insetos (todos eles);
-Beterraba é coisa do demo;
-Não roubo no truco;
-Não suporto que me cutuquem;
-Quando eu estou cansada, durmo até de calça jeans e tênis;
-Detesto quando arrotam perto de mim;
-Odeio linguagem de internauta;
-Escrevo corretamente até no MSN (pelo menos eu tento);
-Amo usar um monte de emoticons durante uma conversa no MSN (com direito a emoticons animados e tudo o mais que você imaginar);
-Só não uso emoticons de palavras;
-Se você conversar comigo e eu não discordar em nada, das três uma: ou você é meu clone que pensa exatamente como eu, ou eu não estou prestando a mínima atenção no que você está falando, ou ainda eu não estou afim de discutir;
-Gosto de ouvir música alta no fone de ouvido (aqueles fones bem grandes sabe?);
-Canto em inglês mesmo sem saber a letra (quem nunca usou o famoso embromation que atire o primeiro disco dos Beatles);
-Amo os Beatles, mesmo sem saber cantar uma música (não, peraí, eu se cantar Yellow Submarine! -Longa pausa- Não, não sei não...);
-Meus maiores sonhos é ter uma máquina de escrever;
-Odeio que falem que o meu quarto está desarrumado (mesmo que ele esteja, e daí?);
-Não sei contar piada (quando eu conto, ninguém nunca ri e eu sempre fico super sem graça);
-Já passei pelas situações mais comédias/constrangedoras de todas (a última, minha mãe me parando no meio da faixa de pedestres -ela tava de carro-, pra gritar que eu era uma palhaça, e que eu não ia entrar no carro nem a pau, e que eu ia pra escola de ônibus hauahau);
-Ameaço todo mundo com a faquinha de patê :P ;
-Nunca vou dar pra ninguém os meus chaveiros de bola de sinuca, nem adianta pedir;
-Amo rosas colombianas;
-Amo bonsai;
-Não costumo assistir televisão;
-Amo imitar sotaque de paulista;


(Texto de Isabelle Bastos)