Mostrando postagens com marcador relacionamentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador relacionamentos. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de abril de 2011

Sobre amar e amor.

Sempre quando temos menos de 40 anos e dizemos que amamos alguém, a maioria das pessoas acha que nós estamos mentindo.
Para mim o mais importante não é isso, ou o tempo que o amor irá durar, e sim a sua existência, intensidade. O importante é o que a gente realmente sente, sabe?
Eu ficaria muito triste se o meu (ou o seu) amor acabasse em breve, mas mesmo assim ficaria tranquila ao lembrar que ele "foi eterno enquanto durou".
Não me importo de ter vários problemas no futuro, desde que eu possa estar sempre ao seu lado, pois sei que você sempe irá me ajudar.
Não me importo de viver a vida toda sem ter dinheiro ou sucesso e sim de viver a vida toda sem amor. E esse risco eu não corro mais porque mesmo que meu amor acabe amanhã, eu já o senti, e isso nunca será esquecido. Não que eu ache que ele acabará amanhã, mas acho que deu para entender o meu ponto de vista.
Espero que possamos com o tempo nos amar mais, nos conhecer mais e nos adaptar mais as chatices e manias um do outro.
Espero brigar menos, para quando o tempo passar, eu possa ter certeza que nenhum segundo foi perdido. A cada desentendimento, eu sinto uma perda. De tempo que poderíamso usar para ficarmos bem.
Não que a gente brigue o tempo todo, mas por mim não teria nada de ruim, nunca, mesmo eu sabendo que isso não é possível.
Quero poder alcançar o céu, desde que seja com você junto a mim.

Obrigada por aceitar o meu amor, e me amar de volta Alexandre.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Chá de sumiço.



Tem coisa mais chata do que gente que some do nada sem dar explicação? Seja por um instante ou dois, um dia ou dois, até mais...

Existe uma coisa chamada expectativa. Todos nós, depois de um certo tempo, criamos um certo tipo de expectativa com relação a outras pessoas, como a de nunca ficarmos sem satisfações.

É incrível como em qualquer tipo de relacionamento humano, no começo é sempre tudo mais presente, mais próximo, vocês combinam e se encontram e depois tudo vai ficando descuidado, abandonado... Até que as pessoas se tornem duas estranhas. O relacionamento torna-se banal.

A banalidade nos relacionamentos é algo triste, sabe? No começo sempre tem preocupação, presença, mas depois isso vai ficando cada vez mais incomum, mais despreocupado. E não isso não faz parte da rotina, faz parte da falta de sentimento. Talvez porque com o tempo as pessoas se conhecem melhor e percebem que aquele sentimento (amizade, amor, companheirismo, etc) não irá evoluir, somente regredir... Até desaparecer.

Uma coisa que percebo é como meus sentimentos têm uma regressão bem mais lenta em comparação com a maioria das pessoas. Me preocupo e corro atrás. Mas do que adianta correr atrás de quem simplesmente não a considera mais grande coisa?

Tem alguma dor mais incômoda do que a de tornar-se descartável?