Hoje já de noitinha, após uma maravilhosa noite de prosa com uma amiga, parei e fiquei a observar a lua. Como que numa mágia, Ela surpreendentemente estava em um belíssimo tom de abóbora, tão unicamente linda que tudo o que eu fiz foi permanecer parada namorando-a. No mesmo momento, a imaginação fluiu solta. Imaginei-me desbravando toda aquela linda superfície com cor de abóbora e textura de queijo.
Imaginei-me "casando" com Ela, e tendo nela meu únicvo e grande amor. Fiquei ali, ao mesmo tempo parada na terra e viajando junto as estrelas, para tentar ao menos me aproximar do fruto do meu amor e admiração. Por um momento, tive até inveja dos prédios no horizonte, pois eles estavam mais perto Dela que eu. Invejei as estrelas, por caminharem ao lado de minha amada no árduo trabalho de transformar o dia em noite. Depois a inveja virou felicidade por dois motivos: os prédios e as estrelas me serviriam como degraus, para tornar mais fácil o meu encontro com Ela, e durante o dia, quando eu não pudesse vê-la, os prédios e as estrelas tomariam conta Dela para mim.
Durante todos esses minutos, o aparente devaneio se tornou tão real que chegava a ser palpável. Voltei para casa, adormeci rapidamente e completamente feliz. Claro, a luz da lua.
Texto escrito por mim, Isabelle Bastos para o projeto de Linguagens.
P.s.: Gente, ultimamente eu estou estudando bastante, tendo tempo na internet só pra fazer pesquisa de escola, postar no blog e ler os comentários. Nem pra responder está dando. Mas eu garanto que esse fim de semana eu respondo todos os comentários e atendo a todas as reivindicações VIU GUEGUE? auahauhua Brincadeira. Beijos a todos, e até mais.
